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Jorge Neto Gentologo http://jorgenetogentologo.com.br Coaching • Psicologia • Consultoria Sistêmica • Desenvolvimento de Habilidades Sociais Mon, 27 Apr 2020 01:09:25 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.5.5 Elã Vital por Luiza Frade (continuando sobre raiva e outros sentimentos/emoções) http://jorgenetogentologo.com.br/ela-vital-por-luiza-frade-continuando-sobre-raiva-e-outros-sentimentosemocoes/ http://jorgenetogentologo.com.br/ela-vital-por-luiza-frade-continuando-sobre-raiva-e-outros-sentimentosemocoes/#respond Thu, 23 Apr 2020 19:48:40 +0000 http://jorgenetogentologo.com.br/?p=728

Desde criança aprendi que algumas emoções não são bem-vindas, outras são consideradas verdadeiramente maléficas, tratadas com menosprezo, preconceito e merecedoras de extinção. Passei muitos anos dedicada a aprimorar a capacidade de manifestar boas emoções e suprimir as demais. Imenso desafio, parecido com uma luta em que um lado tinha que ganhar e o outro perder. Tempos de vigilância crítica constante, pouquíssimo descanso e conquistas efêmeras.

Algo começou a mudar em minha relação com as emoções a partir do aprofundamento nas visões holísticas e transpessoais, na física quântica e em inúmeras outras abordagens não dualísticas, que foram gentilmente me convidando a vivenciar a interdependência existencial e o aspecto inerentemente neutro de todas as manifestações energéticas, incluindo a que denominamos “corpo”.

Desde então, algumas compreensões pessoais sobre emoções vêm sendo amigavelmente destiladas, incorporadas, aprofundadas e ampliadas em meu caminho de ser humano:

Emoções são a mais pura tradução da sabedoria do sistema corpo. Todas elas. Sem exceção. Manifestam habilidades prontamente disponíveis para atuarmos na realidade que se apresenta, momento a momento, de acordo com a “leitura” que nossa corporificação consegue fazer dessa realidade. Sendo tão rápido, pode ser que se engane, pois a percepção pode estar viciada ou distorcida por interpretações baseadas em esquemas prévios, cuja pertinência também está vinculada a mecanismos mais potentes de interpretações da realidade. Tudo isso em ação para nos propiciar as melhores condições de atuarmos habilmente em determinado contexto relacional.

As emoções são as configurações energéticas mais prontamente disponibilizadas em nosso corpo, já nos ensinava Gurdjieff. Segundo ele, emoções são 30 mil vezes mais rápidas do que os processos motores, que por sua vez são 30 mil vezes mais rápidos do que os processos mentais. Elas configuram o “clima”, de acordo com o qual todo o corpo se move em sintonia e só posteriormente, pensa sobre – fase em que o pico da emoção inicial já cedeu e se transformou, permitindo mais espaço para o trânsito de aspectos mentais.

Há infinitas configurações emocionais para nossas ações e o corpo capta sensivelmente, à velocidade da luz, aquela que necessita, disponibilizando-nos imediatamente os recursos que correspondem à configuração selecionada.

Desse modo, tudo pode ser considerado “verdade, bondade e beleza” nos sendo oferecido, em prol da nossa sobrevivência. O corpo SEMPRE procura atender, adequada e justamente, ao que interpreta que necessitamos. O espessamento da pele no calcanhar vai surgindo devido ao uso constante de um sapato que atrita somente naquele lugar, daquele calcanhar. Se o atrito cessa, a pele naquele local vai retornando ao normal. Quando há um corte, o corpo imediatamente procura cicatrizar. É o conceito da “Gestalt”, de atuar sempre buscando completar uma forma, finalizar um processo, oferecer o que está sendo solicitado, na medida certa, no tempo certo, sem desistir jamais, até que considere concluído, quando então, a energia investida neste conjunto orquestrado de ações retorna límpida e disponível ao sistema do corpo, apta a assumir as novas configurações que vierem a ser demandadas.

RAIVA, nada mais é do que a detecção de uma contrariedade. Dependendo da dimensão dessa contrariedade, pode ir da chateação ao ódio assassino, mas sempre “fala” que não gostamos de algo que ocorreu, está ocorrendo ou poderá ocorrer. Um processo de aversão está atuante em nosso sistema corporal, que disponibiliza a quantidade de energia que corresponde exatamente à dimensão da contrariedade em questão.

A INVEJA, é reação pura e simples que nos energiza para que busquemos atingir melhores condições, tal como estamos percebendo que outros conseguiram. Há um experimento lindo demonstrando isso, feito com macaquinhos: está tudo bem enquanto os dois recebem pedaços de pepino mas quando um deles vê que o outro passou a receber uma uva e ele segue recebendo pepino, imediatamente se revolta e procura de todas as formas e com crescente intensidade obter sua uva. Puro instinto em ação, ou seja, o corpo procurando atender prontamente a uma demanda interpretada como justa e necessária.

O MEDO, tem a ver com uma contrariedade que também é interpretada como contendo uma possibilidade adicional de risco de vida, mesmo que simbólico …

São tantas variações de “climas emocionais” que o corpo nos disponibiliza … É muito belo e nutritivo tudo isso, se de fato cultivamos energia suficiente para mantermos uma qualidade de atenção que nos permita desfrutar da condição de testemunha da nossa vida, a fim de transitarmos pelas mais diversas situações com sensibilidade, interesse, abertura e senso integrativo – mesmo as mais desconfortáveis – em vez de sermos sequestrados pela força e rapidez com que determinadas emoções são capazes de nos arrebatar, tornando-nos reféns das potentes configurações energéticas do sistema nervoso autônomo, dedicado a preservar a vida.

Por sua instantânea ativação no corpo, o melhor modo de lidar com certas emoções é evitando que emerjam. Isso é viável por meio do cultivo de um estado de consciência que mantenha nossos centros energéticos em firme e suave equilíbrio. Uma vez que uma emoção é acionada, requer também força de presença consciente para que seja modificada, se de fato não procede ou não é benéfica. Nesse caso a reação fisiológica já foi demandada e um corpo-espírito fortalecido poderá optar conscientemente por não seguir esse caminho, mas necessitará de algum tempo para convocar e adequar a configuração fisiológica do corpo à nova condição emocional requerida.

Fisiologicamente é um refinado balanceamento entre o sistema nervoso autônomo simpático – que mobiliza as energias para ação: variações de correr, lutar, paralisar – e o parassimpático – que pacifica o corpo, buscando o retorno a um estado ideal de gasto mínimo de energia.

Na privilegiada condição de seres humanos, podemos reconhecer e refinar amigáveis parcerias com as inúmeras habilidades latentes que nos correspondem. No palco da vida, dentre tantas escolhas, podemos lutar ou dançar com a realidade que se desdobra sem cessar. Não há certo nem errado, há apenas consequências de nosso ser-estar no mundo, a serem compreendidas, incorporadas ou redirecionadas, considerando-se os contextos relacionais e emocionais em que ocorrem.

Nessa sinergia amorosamente sistêmica podemos verdadeiramente relaxar e descansar, confiantes na despretensiosa presença do Elã Vital que Somos, sempre disponível, neutramente apoiador e surpreendentemente criativo.

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A RAIVA HOJE E SEMPRE. http://jorgenetogentologo.com.br/a-raiva-hoje-e-sempre/ http://jorgenetogentologo.com.br/a-raiva-hoje-e-sempre/#respond Mon, 20 Apr 2020 11:47:55 +0000 http://jorgenetocoach.com.br/?p=726

Comentário sobre a energia da raiva, baseado no livro “ O caminho da sabedoria de Christophe André( psiquiatra ), Alexandre Jollien ( filósofo) e Matthieu Ricard(monge budista), pag 157, onde os três conversam sobre “As origens do sofrimento”.

 

Alexandre comenta: “Um dia, com crise de otite, meu filho gritava tão alto que eu não sabia mais o que fazer. Impotente, fiquei surpreso ao identificar na minha irritação rastros de raiva contra ele. Eu havia trocado de alvo! É incrível como o sofrimento pode fazer com que percamos o controle.

Meu amor por essa criança era tão grande que, desesperado, em pânico diante dos gritos que eu não sabia aliviar, acabei caindo neste reflexo estúpido “Pare de gritar, isso me magoa demais!”. Singular paradoxo: em vez de ficar completamente desarmado, de abraçar meu filho para consolá-lo com todo o meu coração, eu o criticava inconscientemente por me causar dor. Portanto, preciso fazer o possível para desarmar esses medos, esse mecanismo de defesa. Identificar as causas do sofrimento e deixar de prejudicar são atos eminentemente altruístas”

 

Quis usar este pequeno trecho do capítulo do livro, pois é um exemplo bem comum que acontece conosco, mas, normalmente, temos pouca noção das emoções que estamos sentidos, nem sabemos nomeá-las e, muitas vezes censuramos o nosso próprio sentir, afinal, como assumir para mim mesmo que estou com raiva do meu filho que urra de dor?

 

Queria começar com a afirmação que as emoções/sentimentos, sempre são corretos, não devemos ter culpa e negá-los.

 

A questão é entender porque um pai tão esclarecido está com raiva DO FILHO.

 

Na verdade, ele percebe que a raiva  não é do filho e sim da situação:

  • De extrema dor pela dor do filho.
  • De total impotência para resolver a questão.
  • E de uma regra interna que ele mesmo não percebe: ” Meu filho não podia, não devia estar sentindo esta dor”

 

Ou seja, nesta terceira situação se vê claramente uma frustração, um expectativa interna não atendida, como de um motorista extremamente cuidadoso ao dirigir mas quando se depara e sofre com motorista descuidados e egoístas, se enraivece e ataca, agride, xinga porque tem uma crença:” Se eu sou cuidadoso ao dirigir, todos TEM que ser também”

 

Voltando a emoção que eu chamei de correta, da dor/tristeza de ver o filho em sofrimento e estar impotente, ela produz uma energia física intensa, com adrenalina etc. igual aos homens da caverna quando se viam atacados ou à sua prole.

O organismo dispara uma série de substância para dar mais força, rapidez, acuidade visual, etc para enfrentar o desafio, só que neste caso, não há dinossauro, há impotência e na falta de um dinossauro quem está em volta de nós(nossos familiares, amigos, colegas de trabalho) recebem esta raiva sem terem nada a ver com isso.

 

O que fazer então quando me sentir frustrado por algo que eu espero, exijo internamente e sobe a raiva.

 

Se conscientizar que estamos com raiva, não criticar, não se julgar, não se negar.

Se conscientizar de que não dominamos o outro nem o aleatório, as coisas acontecem apesar dos nossos desejos, fantasias, exigências.

 

Respirar profundamente pelo menos 4 vezes numa fórmula 4x2x4x2:

(inspiro calmamente em quatro tempos, seguro o ar em dois tempos, solto o ar lentamente em quatro tempos e fico sem ar nos pulmões por dois tempos.

 

Isso dará um aviso ao local do cérebro que processa medo, que, está tudo tranquilo, e, além disso nos dará tempo para perceber de onde vem a raiva.

 

Espero ter ajudado!

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O observador http://jorgenetogentologo.com.br/o-observador/ Sat, 20 Jul 2019 11:40:36 +0000 http://jorgenetocoach.com.br/?p=616 Como gentólogo, atendo executivos no processo de coaching e atendo pacientes em terapia com problemas e transtornos. Com todos eles eu tenho uma mesma agenda oculta

Confesso que nessa agenda oculta está minha meta principal, que é diferente da meta, da demanda, da queixa, ou do objetivo do meu cliente, seja qual for.

Aproveito para confessar também que se a meta da minha agenda oculta é atingida, me sinto realizado, independente da meta do meu cliente. Peço desculpas, mas é verdade.

Despertar, acordar, desenvolver o observador interno de cada um deles é meu objetivo final. Quando meu parceiro (sim trabalho em parceria com meus clientes) já tem este observador desperto, tudo fica mais fácil. Os resultados são rapidamente alcançados, os fracassos são digeridos da melhor maneira, assim como percalços do caminho e etc.

Este observador de si mesmo precisa ser acordado com carinho e firmeza. E veja, não é um elemento acusador ou julgador. Por mais que os clientes tragam diversas situações, este observador também não chega a ser uma mãe infantilizadora que a tudo perdoa e acalenta.

O observador está mais para alguém que constata os atos que cometo, os pensamentos que tenho, as minhas limitações por bloqueios mentais, as crenças disfuncionais, os mapas mentais incompletos, os preconceitos, os sentimentos torpes como vingança, orgulho e etc.

Se esse observador despertar com o sentimento de compaixão (e não pena, nem autocomiseração) por si mesmo, ele virá ao mundo como um parceiro? Sócio? Testemunha? Companheiro de jornada que irá me auxiliar na caminhada solitária de perceber-me e conectar-me?

Obviamente este observador, recém desperto, acordará lento e preguiçoso, distraído de si mesmo. Ele estará tão devagar que só nos dará feedback depois que derramarmos o leite. Precisamos então treiná-lo, apoiá-lo, desenvolvê-lo, para que esse atraso vá se tornando cada vez menor até que estejamos em sintonia exata com nosso observador, cada um com o seu.

Perceber e fazer parte do reconhecimento deste observador é talvez minha maior felicidade. Dar autonomia e clareza para o observador interno de cada um, com certeza, é o motivo de minha realização como gentólogo.

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GENTE – CAETANO VELOSO e FILHOS. http://jorgenetogentologo.com.br/gente-caetano-veloso-e-filhos/ http://jorgenetogentologo.com.br/gente-caetano-veloso-e-filhos/#respond Sun, 19 May 2019 16:02:41 +0000 http://jorgenetogentologo.com.br/?p=721 https://www.youtube.com/watch?v=_EBRlnGNy1g&list=PLDitPVtFID6JDY-OvWlAD4dIcK4V8lQNr&index=19

Gente olha pro céu

Gente quer saber o um

Gente é o lugar

De se perguntar o um

Das estrelas se perguntarem se tantas são

Cada, estrela se espanta à própria explosão

Gente é muito bom

Gente deve ser o bom

Tem de se cuidar

De se respeitar o bom

Está certo dizer que estrelas

Estão no olhar

De alguém que o amor te elegeu

Pra amar

Marina, Bethânia, Renata

Dolores, Suzana

Leilinha, Dedé

Gente viva, brilhando estrelas

Na noite

Gente quer comer

Gente que ser feliz

Gente quer respirar ar pelo nariz

Não, meu nego, não traia nunca

Essa força não

Essa força que mora em seu coração

 

Gente lavando roupa

Amassando pão

Gente pobre arrancando a vida

Com a mão

No coração da mata gente quer

Prosseguir

Quer durar, quer crescer

Gente quer luzir

Rodrigo, Roberto, Caetano

Moreno, Francisco

Gilberto, João

Gente é pra brilhar

Não pra morrer de fome

Gente deste planeta do céu

De anil

Gente, não entendo

Gente nada nos viu

Gente espelho de estrelas

Reflexo do esplendor

Se as estrelas são tantas

Só mesmo o amor

Maurício, Lucila, Gildásio

Ivonete, Agripino

Gracinha, Zezé

Gente espelho da vida

Doce mistério

 

Vida, doce mistério

Vida, doce mistério

Vida, doce mistério

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O painel dos cinco instrumentos http://jorgenetogentologo.com.br/o-painel-dos-cinco-instrumentos/ http://jorgenetogentologo.com.br/o-painel-dos-cinco-instrumentos/#respond Sun, 21 Apr 2019 21:20:14 +0000 http://jorgenetocoach.com.br/?p=619 Em uma prova de rali, muitos desafios estão na pista, outros estão no equipamento, depende de nós estarmos prontos para o que der e vier

Passei a usar esta metáfora do rali Paris Dakar, no qual o piloto tem mil dificuldades e o copiloto tem a função de monitorar o GPS, o nível de óleo do motor, o combustível, a refrigeração, etc…

Na vida, pessoal ou profissional (porque separar as duas? A pessoa é a mesma, não?), é importante ter claro quais são meus itens de segurança que precisam ser monitorados, para que no meio da rotina, do corre-corre, dos desafios e das dificuldades, não nos percamos de nós mesmos.

Costumo usar esta ferramenta com todos meus clientes, quando percebo que a noção de “monitorar os equipamentos de segurança” não está bem equacionada na mente deles.

  •         Qual o legado que quero deixar…
  •         Que necessidades tenho…
  •         Quais meus valores essenciais…
  •         Quais minhas qualidades que não devo desperdiçar…
  •         Quais meus desejos …

No legado, ajudo na reflexão do que espero deixar neste mundo, considerando que sou mortal (muitos esquecem disso e não levam em conta que podem deixar o mundo a qualquer momento).

Constatar as necessidades e os desejos coloca nossos pés no chão. Tenho um legado, mas também sou humano e ainda tenho necessidades, desejos e sonhos, posso tentar atendê-los? Realizá-los?

Chegar aos meus valores essenciais, implica listar meus limites. Quanto me é possível negociar e transgredir minhas fronteiras sem negar princípios morais e éticos importantes para mim?

É necessário saber também dos meus dons, das minhas qualidades, no que sou melhor, no que posso contribuir mais e onde me sinto feliz. Sabendo de tudo isso, posso reavaliar minhas necessidades e me alinhar comigo mesmo, dando, assim, minha melhor contribuição, dentro das minhas capacidades.

A partir da base do painel dos cinco instrumentos, estou mais apto a avaliar os desafios de distância, de tempo, de condições inóspitas, de crises, de tempestades, de carências que podem aparecer neste rali que é a vida. Aí sim, poderei tomar decisões mais conscientes e responsáveis.

Esta é uma etapa importante em qualquer processo de coaching : Pessoal(de vida), ou profissional(executivo) pois precisamos de uma clara visão de nós mesmos para podermos olhar para nossas metas, objetivos, planos e desenvolvimentos.

 

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O QUE É VISÃO SISTÊMICA E COMO O COACHING EXECUTIVO ENTRA NO MUNDO ORGANIZACIONAL http://jorgenetogentologo.com.br/o-que-e-visao-sistemica-e-como-o-coaching-executivo-entra-no-mundo-organizacional/ http://jorgenetogentologo.com.br/o-que-e-visao-sistemica-e-como-o-coaching-executivo-entra-no-mundo-organizacional/#respond Sat, 23 Feb 2019 19:43:19 +0000 http://jorgenetogentologo.com.br/?p=700

Com muito prazer e orgulho, disponibilizo minha palestra sobre:” O QUE É VISÃO SISTÊMICA E COMO O COACHING EXECUTIVO ENTRA NO MUNDO ORGANIZACIONAL”.
Ela foi proferida em 29 de novembro de 2018, no III Simpósio de Coaching: “Capital Humano e a Quarta Revolução Industrial,” patrocinado pelo Conselho Regional de Administração de São Paulo- CRA-SP, através do Grupo de Excelência em Coaching – GEC, do qual faço parte.

https://drive.google.com/open?id=1zBAi6XUt1tGnL4ZluS-R28WLDfkmbm9I

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O sistema de trocas http://jorgenetogentologo.com.br/o-sistema-de-trocas/ http://jorgenetogentologo.com.br/o-sistema-de-trocas/#respond Fri, 23 Nov 2018 08:45:11 +0000 http://jorgenetocoach.com.br/?p=622 Dar e receber. Deve-se alcançar o equilíbrio entre uma ação e outra em qualquer relacionamento

A troca talvez seja o princípio mais sutil de todos os princípios sistêmicos, conceitos do psicoterapeuta alemão, Bert Hellinger, em Constelações Sistêmicas. Por isso, é pouco considerado. Quem dá, também deve receber.

Quem toma, diferentemente de quem recebe (uma posição passiva), pega para si como uma posse, faz ser seu, trata como sua propriedade.

A criança, para aprender e se familiarizar sobre trocas, deve contribuir de alguma maneira. Ela pode ajudar em tarefas simples seus pais, amigos e familiares. E, por parte dos adultos, devemos lembrá-las sempre de reconhecer e agradecer o suporte das pessoas que estão com ela, que de alguma forma contribuíram para a realização que o pequeno conquistou.

Criar essa rotina na vida das crianças faz com que aos poucos elas percebam a importância desse sistema de trocas. Crescer com isso em mente, facilitará muito a relação delas.

Outro exemplo do sistema de trocas, só que um pouco mais formal, é a faxineira que ganha um presente da família para a qual trabalha. Ela vai se sentir equiparada se puder retribuir o agrado com outro, como uma comida especial para o jantar. São pequenos agrados como esse que ajudam em uma relação de troca. Ela deu o que é importante para ela e recebeu o que é importante para a família, houve equilíbrio.

Quem dá tem que ter em mente que não está lá para impor algo, mas que tem o compromisso de capacitar aquele que vai receber. E quem recebe, diferente de quem toma, pode contribuir com uma devolutiva, uma troca pelo que recebeu, mostrando o valor que a ação de troca teve naquele momento.

Um trabalho mal pago, uma tarefa feita com preguiça e descaso, por exemplo, são sintomas de uma troca injusta e desequilibrada. Nas empresas ou nas organizações, o salário é a moeda de troca entre o serviço que o empregado entrega para a empresa usando seu esforço e sua habilidade, que retribuirá com bons salários e bonificações.

Salários extraordinários versus trabalhos intangíveis, ou remunerações exploradoras, geram insatisfações ao sistema de trocas. Sente-se que a entrega foi maior do que o recebimento pelo serviço realizado. Isso causa baixa aderência, comprometimento tímido e outros malefícios ao sistema organizacional que não vai funcionar com fluidez, mas aos trancos e barrancos.

 

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Ordem, um princípio sistêmico http://jorgenetogentologo.com.br/ordem-um-principio-sistemico/ http://jorgenetogentologo.com.br/ordem-um-principio-sistemico/#respond Fri, 09 Nov 2018 08:53:28 +0000 http://jorgenetocoach.com.br/?p=625 Segundo os conceitos de Bert Hellinger, para o funcionamento do sistema é preciso seguir uma hierarquia, uma ordem já estabelecida

O psicoterapeuta alemão Hellinger diz que no sistema familiar, os mais velhos têm a preferência. Por exemplo, nas tribos indígenas, os anciãos dão a palavra final, pois chegaram antes, viveram mais e têm mais conhecimento e sabedoria. Os filhos mais velhos têm a preferência pelo mesmo motivo, mas, em muitos casos, provas de habilidades irão mostrar aquele que está mais apto para comandar.

Nas famílias modernas, os mais velhos comem e escolhem a comida primeiro. Também são ouvidos com mais atenção enquanto todos se calam. Eles têm direito à maior conforto e no mundo moderno, se dão “privilégios”, como vagas de estacionamento mais espaçosas, prioridade a assentos, entre outras regalias por serem primogênitos.

Mundo corporativo

Nas empresas ou organizações, a ordem, tem a mesma base.

Os fundadores merecem respeito e honra enquanto a organização existir. Na sequência, os funcionários mais antigos, independente da posição ocupada, devem receber consideração especial. Da mesma forma, as áreas estratégicas do negócio (a financeira e a “core business”, por exemplo) e as pessoas mais habilitadas para gerir a empresa recebem uma atenção maior.

Todo este equilíbrio é complexo e não é porque entrou um novo CEO, que o fundador deve ser esquecido. Nem porque se contratou um novo gerente que os mais antigos devem ser vistos como obstáculos.

Assim como o merecimento de estar em uma posição de destaque se justifica com um “novo que veio de fora”, para aqueles que ocupam tal posição deve ser reconhecido este valor.

Privilégios injustos que não levam em conta o merecimento, a confiança e se baseiam somente em um ou outro ponto menos importante, podem produzir equipes insatisfeitas e pouco colaborativas.

Dê atenção à quem mereça, mostre a importância de seguir a ordem. E, dessa forma, incentive o crescimento das pessoas que formam sua equipe, da própria equipe e, consequentemente, da sua empresa.

 

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O elefante e a corda http://jorgenetogentologo.com.br/o-elefante-e-a-corda/ http://jorgenetogentologo.com.br/o-elefante-e-a-corda/#respond Tue, 23 Oct 2018 14:14:36 +0000 http://jorgenetocoach.com.br/?p=613 Já viu o grande animal preso ao pequeno fio, mas não entendeu o que significa essa situação?

Todos que já foram aos circos antigos, com animais domesticados, ou já viram filmes, ou fotos, se depararam com esta situação, mas não se perguntaram qual o sentido dela.

Como é possível que um elefante, de mais de tonelada, esteja preso por uma fina corda que, claramente, pode arrebentar ou ser arrancada da estaca onde está amarrada? A explicação é que um dia, esse elefante foi um elefantinho.

Ele era bonitinho, alegre e curioso. Logo o cuidador ensinou-o a obedecer e ficar preso a corda amarrada em sua pata. Quando pequeno, as amarras o impediam de se locomover para onde queria. Com o tempo ele percebeu que não poderia ir aonde sua vontade, seu desejo e sua curiosidade quisessem. Ele foi deixando de lado esses desejos, até um dia esquecê-los e dar-se conta que era prisioneiro do cuidador pela corda atada a sua pata.

Conforme o elefante cresceu, a corda permaneceu a mesma, mas o poder dela sobre o animal parecia crescer a cada dia.

E assim, passou o tempo e ele virou adulto, aprendeu outros truques. Permitiram até que ele cruzasse com uma elefanta. Mas sempre dependeu da decisão do cuidador  para que soltasse a corda.

Da mesma maneira somos nós. Ganhamos várias cordas em nossa pata desde pequenos: regras familiares, pré-conceitos, crenças limitadoras geradas por nós mesmos, regionalismos, nacionalismos e toda ordem de âncoras restritoras.

Aprendemos a duras penas (quem não aprendeu, virou o que? Transgressor, insubordinado, animal irracional?) a nos adaptar a corda, negociar com nosso tratador e a praticar os truques para os quais fomos diariamente treinados.

Crescemos, nos tornamos adultos responsáveis, independentes, mas sempre presos a uma ridícula cordinha. Por si só, ela não tem força nenhuma para nos prender e restringir nossa liberdade.

Mas aprendemos, igual ao elefante enorme e fortíssimo, que uma mísera corda pode nos paralisar, demos muito poder a corda… Assim vivemos, prontos para mais um espetáculo.

E que o show continue!

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A gaiola de ouro http://jorgenetogentologo.com.br/a-gaiola-de-ouro/ http://jorgenetogentologo.com.br/a-gaiola-de-ouro/#respond Mon, 03 Sep 2018 16:07:50 +0000 http://jorgenetocoach.com.br/?p=588 Sucesso vs tempo de felicidade

Existe uma anedota que diz que na vida é preciso ter sabedoria (experiência), dinheiro e tempo, o problema é que os três nunca vêm juntos. Este é um dos dilemas de quem está num processo de coaching, o coachee, pensa em seu desenvolvimento profissional, mas não pode e nem deve esquecer das outras partes primordiais de sua vida, como equilibrar?

Normalmente é algo como: “Quando eu tinha tempo, eu não tinha dinheiro nem sabedoria. Agora que tenho sabedoria e dinheiro não me sobra mais tempo…”

O que levou a pessoa à isso? Opções, escolhas, destino, tudo fica muito embolado e misturado é difícil saber. Na maioria das vezes, essa mistura toda partiu de determinado propósito, mas que as pessoas escondem de si mesmas. Ao fazerem isso, elas deixam de se empoderar das decisões de vida que vão definir em qual porto cada um vai ancorar seu barco ao final da viagem.

Quem escolhe ganhar dinheiro antes para depois ser feliz, está tomando uma decisão pessoal e intransferível. Muitos indivíduos que atingiram o sucesso financeiro, mas não o pessoal justificam. A oportunidade é uma só e ela bateu na minha porta, não tinha como desperdiçar.

Quem garante que as oportunidades surgem apenas uma vez em nossas vidas? Quem decretou que era necessário optar por ganhar dinheiro e ter sucesso, deixando de lado a procura por ser feliz? Alguém disse que é impossível unir felicidade, dinheiro e sucesso?

Aquele que descobre a mina de ouro trabalhando dezoito horas por dia, sete dias por semana, que se distancia tanto dos colegas em resultados e em entregas para ser reconhecido e remunerado, consegue o que queria. Mas consegue e leva uma maldição junto. Essa pessoa se destacará e ninguém vai questionar ou querer saber se seus resultados vieram de um brilhantismo ou de um esforço hercúleo, mas pode ter certeza que ela fez uma escolha, optou por negar sua vida pessoal, afetiva, sexual e lazer em prol dos resultados no trabalho.

Escolher é tirar o foco de um todo para concentrar-se apenas em um caminho.

Sua recompensa virá e junto dela mais expectativas, cobranças e exigências que o obrigarão a continuar no mesmo ritmo frenético enquanto o tempo continua passando.

Com o passar dos anos, um dia a sabedoria chega… Espero. E nesse dia, descobre-se que aquela oportunidade, a mesma que disseram bater apenas uma vez em cada porta, na verdade, bate outras vezes. A cada ocasião que você ouvir o toc-toc, saiba que você pode abrir a porta para tudo: para ser feliz, para ter sucesso, para ganhar dinheiro. Saiba também que é possível optar, bancar próprias escolhas e honrá-las, sem ficar refém das oportunidades.

Onde eu construo meu porto, ancorarei meu barco. A decisão foi e é minha, assim, quem sabe se um dia eu poderei revê-la e experimentar outras ocasiões e oportunidades continua sendo eu. Depende de cada um querer dar um passo para trás, rever suas escolhas e deixar a porta aberta para a Dona Oportunidade entrar.

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